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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Responsabilidade



Eu sou responsável pelo meu próximo à medida que o amo, mas a felicidade ou infelicidade dele não depende de mim. O que quero dizer é que somos indivíduos e, como tal, somos sempre os responsáveis pelas nossas próprias escolhas. Costumamos culpar outros quando nos sentimos infelizes ou quando fracassamos em algo. Li algo nessa semana que me fez refletir: "Quando formos culpar os outros pelos nossos fracassos, devemos tentar também dar a eles o mérito das nossas vitórias." Muitas vezes dizemos que as pessoas nos decepcionam e elas não estão nem aí. E sabem por quê? Porque elas não tinham a mínima ideia do que esperávamos delas. Nesse caso, elas não nos decepcionaram, somos nós que nos sentimos decepcionados, o que é bem diferente. Talvez mudando essa visão das coisas e da vida, mudaremos também o número de pessoas que vivem nos decepcionando. Isso deve abrir nossos olhos para que nos vejamos e para que vejamos o outro de uma outra maneira. A nossa responsabilidade em relação às pessoas que amamos vai até o limite de dar a elas o melhor de nós mesmos, dentro do nosso possível. A maneira como elas recebem o que oferecemos já não é nossa responsabilidade. Se as deixamos plenas ou vazias vai depender da maneira em como estão prontas para receber. E isso é muito individual. E foi isso que aprendi hoje: Sou responsável por mim mesma, pela minha felicidade e pela minha infelicidade. Escolho eu mesma meus caminhos. Meu próximo é uma parte desse caminho, mas depende de mim em como interpretar aquilo que recebo dele. 
E querem saber de uma coisa? 
Decidi que quero e que vou ser feliz!

Letícia Thompson

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Livre Arbítrio

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Ninguém melhor que você pode saber o que é bom para a sua vida. Ninguém, com suas experiências, por mais frutuosas que tenham sido, poderá ditar o que você deve ou não fazer.
Quando estiver diante de uma escolha difícil... quando seu coração disser uma coisa e a razão, acompanhada de amigos, família, namorado ou namorada, disser outra, pense bem.

Não se deixe levar por uma coisa, nem outra. O coração é facilmente levado por emoções e tem tendência a fazer com que percamos um pouco a nossa razão, ou a capacidade de raciocínio coerente. O coração é um romântico incorrigível!
Mas a razão sozinha não poderá ditar as regras da sua vida. Nem tampouco os que convivem com você. É preciso levar em conta a suas necessidades de bem-estar. Fazer algo porque todo mundo acha que deve ser assim é absurdo. É muito importante não magoar e nem decepcionar os outros, mas isso não deve ser às custas do sacrifício da própria vontade e necessidade de ser feliz. Ninguém, por mais próximo que seja, poderá decidir o que você vai viver. É sua vida! E você só tem essa!

É muito fácil dizer o que os outros devem ou não fazer. Não é por que se está de fora que vê-se melhor. A verdade é que decidindo por nós as pessoas tornam-se responsáveis pelas nossas escolhas. Mas isso, pode ter certeza, não passa pela cabeça delas. Se formos infelizes depois elas não vão dizer: "descanse, fique de fora que vou ser infeliz por você, pois a culpa foi minha." E, para falar a verdade, mesmo se fosse o caso, isso não seria possível. Ninguém, sofrendo nossas dores, faz com que dôa menos em nós.

É digno e honesto cumprir promessas. Mas é desonesto cumpri-las somente por dever, sem que haja um real sentimento movendo essa decisão.

Ser honesto com os outros é muito bom. Mas, antes, é fundamental ser honesto consigo mesmo.
Por mais doloroso que seja, por mais difícil que possa parecer, libere-se do que pensam e dizem os outros. Pergunte-se: - o que eu quero para minha vida?

Uma coisa é certa: talvez você não saiba exatamente o que você quer, mas sabe muito bem o que não quer.
Quando seu coração estiver brigando com sua razão, tente pensar no que vai te fazer feliz a longo prazo.
Mas, mais importante ainda, feche seus olhos e se entregue nas mãos daquele que nos conhece antes mesmos que fôssemos nós. Mas faça isso de verdade, com sua alma. Ele sabe do nosso amanhã. E Ele não vai decidir por nós, ou impôr, mas vai certamente nos colocar uma luz que vai clarear nosso caminho.
E fique atento... os sinais aparecerão. E você saberá qual o caminho escolher. Talvez as pessoas mais próximas não entendam, se isso vier a contrariá-las. Mas eu aprendi que na vida habitua-se a tudo.
Todo ser humano merece respeito. E os que te amam saberão entender.
E eu digo: tente encontrar o equilíbrio entre o que diz seu coração e a razão.
A sua escolha será certa!
(Letícia Thompson)

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